que mortes a gente sempre morre ou insiste em morrê-las sem saber? no labirinto esquecido, sou cegueira vista dialogando consigo. quem pode ver a mim? arma carregada, louco cheio de espadas, sou minhas tantas feridas da jornada. sem que se tenha fim. fim.
a cada gota de suor que cai daquela face
mais forte o homem fica
a cada fio de corda esperando o desgaste
mais cedo finda
a espera, a força
enforca a moça
parar e, no tempo intermediário entre a decisão e ação, pedir ajuda ao cara morto. ele te acorda para você perceber onde está, já que o avião se foi: o único que permanece na estrada é aquele carinha pequeno sem nenhuma mala, sentado numa caixa lendo nietzsche. ele te olha e pergunta: "vai encher o tanque?"
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