qualquer outra ilusão

12 11 2007

repetindo, repetindo, repetindo. discos riscados. músicas sem significado. em si, tudo estava nu. a transparência obtida horas atrás enquietou, escureceu. indagar novamente para dar luz às certezas. dores normais, as constumeiras. parto? teria então de ter nome a vida expelida.

olhar, olhar, olhar. o enxergado gratifica o suposto, confirma uma hipótese. de onde tiramos o entendimento? em qual lugar se guarda o esquecimento?

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