nenhuma convivência a mais

20 11 2007

senti uma energia a menos
ao entrar por aquela porta.
um guarda-roupa vazio acusa uma ausência
partida
entre lágrimas quentes,
entre soluços contidos,
em meio a incertezas,
a despedida.

um apartamento frio te abrigará durante
o tempo.
um novo até logo,
resignificar os abraços,
abraçar enfim.
olhar nos olhos dizendo até logo
sem saber o quanto demorará

mensurar a falta
medir a ausência
calcular a dor
temer a distância
ser fragmento
despedaçado, ele ía
ou vai
ainda, pai?

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