descansa e distancia-se

27 12 2010

não saber dizer-lhe agora algo interessante
é o mesmo que distância
como a música clássica do vizinho
e o meu baseado na varanda –
acordando fronteiras.

corpo mapeado nos dedos,
apontando seu interior
queimaduras escolhidas
e, portanto, santas

o que se passa aqui dentro?
quem tem ciência disso?
os poetas não: têm hipóteses,
assim como os químicos, físicos e médicos
cada um com sua dose de realismo
e rotina de água, feijão e arroz e vícios

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